Estou sofrendo...
E essa dor
vem aí
Bem de dentro de você.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
NÃO CULTUAR O AMOR EM VÃO
Despertador. Maldito. Toca às 6h15m. Para não esquecer de minhas ambições. Preguei um papel no teto. Eu e o teto temos uma relação profunda. As vezes rola um nada a se fazer. Aí fica eu. e ele. Eu e o teto. cara a cara. Nos odiando. O teto me diz o que devo fazer. E principalmente o que não devo fazer. Briga comigo. Me deixa mal a vera. As vezes chego até a chorar. Putz. Na maioria das vezes ele tem razão. Me põe de castigo. Eu obedeço. Ultimamente ando bem obediente a críticas. Tenho me esforçado para ser uma pessoa melhor. Procuro ser uma pessoa boa para a pessoas que amo. Isso talvez seja um dos meus maiores defeitos. Nesse mundo de cão onde os valores são tão distorcidos. Dar amor as vezes pode ser um tiro na cabeça e uma dor no coração.
Aprendi a ter o direito de mentir. Quero destruir algumas flores entre nos. Não quero escrever sobre amor. Não quero mais trabalhar a minha essência romântica. E peço a ele que me faça o favor de deixar tudo isso como esta. o fato de não entender. É tão romântico não entender e ainda dar um amor não compreendido. É tosco. Mas os românticos são assim, tão bobinhos. O bilhete no teto então mencionado acima dizia com letras bem grandes: "NÃO CULTUAR O AMOR EM VÃO".
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Entrega
Acho tão estranho pensar em um amor pré fabricado. Que já nasce com feridas, ardidas. Não feitas por nos. Foram os outros que abriram esse machucado. E agora, eu e você cuspimos um no outro. Fugimos de nos mesmo. Não pensamos em se jogar um para outro, jamais. Não se sabe se isso é só sexo. Não existiu sexo entre nos. Não existiu tanta vontade assim. Não houve entrega. Não consigo pensar em um sexo frio, pouco denso. Eu sou intensidade. Foi beijo quente, fogo na nuca. Sexo pronto e digestivo. Você eu não sei. Não sei nada. Vai que você ama uma outra mulher. Odeio vírgulas. Na verdade não sei nem o que faço beijando você. Detesto cheiros pela manhã. Deveria ter lhe dito. O fato de não ser aconchegante te afasta de mim. Eu preciso de aconchego quente. Não sou nenhum ponto de equilíbrio. Eu choro demais. Preciso de um abraço que me aguente. As dores desse mundo são forte demais para mim. Embora não pareça. Sei ser dura. Pois sou sensível. Interpreto meu papel forte no mundo. Foi dado a mim essa força. Aprendi a entendê-la. Mas não passo de uma criança mimada e romântica. Canto meus jazz. Seduzir caras com a minha música. Foi sempre um bom prato de sexo sem compromisso. Desculpe se lhe ofendi. Corro de ti. Como corro de mim também. Não é perseguição. Aceito mais um beijo seu. Odeio saudades. Mas entre nos, assim, sem entrega. É melhor um não. Fim de jogo.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Igor
O fato de te amar
não quer dizer que
que...
eu te quero para todo e sempre
.
.
Eu só te amo...
não passa disso, entende?
não quer dizer que
que...
eu te quero para todo e sempre
.
.
Eu só te amo...
não passa disso, entende?
Que dó.
Vê se você entende...
Não é o fato de te querer
É que ter para
um taurino
- é - muito - preciso -
Embora eu saiba que após ter
Começa a busca por outra conquista
Certo é você
Que fica aí bem quietinho
Vai que eu te
fira.
.
.
Tudo sempre termina assim
Comigo doendo nos outros
Não é o fato de te querer
É que ter para
um taurino
- é - muito - preciso -
Embora eu saiba que após ter
Começa a busca por outra conquista
Certo é você
Que fica aí bem quietinho
Vai que eu te
fira.
.
.
Tudo sempre termina assim
Comigo doendo nos outros
domingo, 12 de junho de 2011
Homem nenhum nesse mundo suportaria.
Detesto esse meu jeito inacabada com as coisas
e essa necessidade louca de terminar tudo
odeio
odeio esse sangue que rola entre nos
puta-que-me-pariu
que diabos tenho feito
comigo
esse meu coração mole
ainda vai me levar
para um infinito
detestável
logo eu
que beijaria aquela boca
por mais outros centenas de dias
mais não posso
sou cruel demais comigo
Homem nenhum nesse mundo suportaria.
e essa necessidade louca de terminar tudo
odeio
odeio esse sangue que rola entre nos
puta-que-me-pariu
que diabos tenho feito
comigo
esse meu coração mole
ainda vai me levar
para um infinito
detestável
logo eu
que beijaria aquela boca
por mais outros centenas de dias
mais não posso
sou cruel demais comigo
Homem nenhum nesse mundo suportaria.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Homem... para que?
Bosta de carência básica infantil, que nos torna para sempre patéticos, jamais capazes de vencer essa necessidade, sozinhos, de alcançar o amor. O amor, o amor, o amor. Vá para a puta que o pariu o amor. Todo esse imperativo de amar é puro masoquismo. De ser amado, mero sadismo.
Sinceramente acho bizarro essa impressão necessária em transformar um homem (e seu pênis) em grande parte da solução para uma grande porcentagem dos problemas de uma mulher medíocre e dependente. O pênis eu entendo, é de fato obrigatoriamente muito necessário para o equilíbrio feminino. O amor de um homem? Convenhamos qual é a tola que ainda acredita que os homem podem suprir as necessidades sentimentais femininas! Jamais!
Agora, sexualmente falando... são sim muito essências e ainda levanto a tese que as mulheres lésbicas são aquelas que não conseguiram de alguma forma superar algum trauma sentimental que um homem tenha-lhe causado. Pois não é possível. Não há comparação. Homens são de fato... grandes delícias amaldiçoadas.
Sinceramente acho bizarro essa impressão necessária em transformar um homem (e seu pênis) em grande parte da solução para uma grande porcentagem dos problemas de uma mulher medíocre e dependente. O pênis eu entendo, é de fato obrigatoriamente muito necessário para o equilíbrio feminino. O amor de um homem? Convenhamos qual é a tola que ainda acredita que os homem podem suprir as necessidades sentimentais femininas! Jamais!
Agora, sexualmente falando... são sim muito essências e ainda levanto a tese que as mulheres lésbicas são aquelas que não conseguiram de alguma forma superar algum trauma sentimental que um homem tenha-lhe causado. Pois não é possível. Não há comparação. Homens são de fato... grandes delícias amaldiçoadas.
domingo, 5 de junho de 2011
Sobre
Meu nome é Isis, tenho 22 anos, sou do signo de touro e sempre fico perdida e sem muitas idéias quando é necessário falar de mim. Gostaria de passar um boa impressão, lógico. Talvez deva começar a falar sobre minhas formações. Estudei a minha adolescência até a fase adulta da escola EDEM. Saudades desses tempos. Eu amava aquilo. Foi lá onde aprendi que gostava de fotografias. Sim, foi o meu primeiro contato com uma câmera fotográfica. Aprendi também a devorar livros. Aprendi a ser curiosa, ter meu ponto de vista e a pensar diferente. Nem sempre isso foi bom na minha vida. Se tratando de matérias acadêmicas, confesso. Que não aprendi nada de física e química. Passei por pura simpatia. Foi nessa escola que tive um grande contato comigo mesma. E hoje eu sou meu antigo eu, um pouco mais trabalhado e ansioso, entende?
Atualmente estudo Comunicação Social ( Publicidade e Propaganda) na FACHA, que é uma espécie de continuação da escola EDEM, chego a me lembrar que no primeiro dia de aula, em uma turma com 37 pessoas, 16 dessas eram da EDEM. Enfim, isso é totalmente irrelevante. Mas a minha escola teve um grande papel na minha vida.
Meu cotidiano não é nada simples. Eu trabalho, não moro na casa dos meus pais, divido um apartamento gigantesco com mais cinco meninas atualmente (bom isso é uma longa história). Por isso de fato não possuo nenhuma mordomia, faço minha comida, arrumo minha casa, lavo, passo e tudo que uma dona de casa faz. Confesso que odeio fazer todas as tarefas domésticas, fora cozinhar. Que é uma das minhas grandes paixões e tenho feito cada receita deliciosa!
Escrevo contos desde os meus 14 anos. Acho que foi quando comecei a ter vício pela literatura. Hoje em dia tenho lido pouco, aliás, tenho lido bem menos do que eu queria, isso é triste. Também às vezes acho que esse meu cotidiano me tira a inspiração para escrever. É que fico cansada, e perco um pouco da sensibilidade com o mundo.
Então o objetivo deste blog é fazer com que eu me dedique mais ao que mais gosto de fazer nesta vida. Ainda não sei qual será o estilo disso aqui, na verdade, nem sei se tenho algum estilo a ser encaixado. Escreverei aqui, o que me der na telha.
Inté!
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